sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Editora argentina lança livro que se planta depois de ler

A Pequeno Editor lançou um livro que se planta depois de ler e que, nas palavras dos responsáveis da editora argentina, “devolve à natureza o que de ela retirou”. 


O livro-árvore tem uma mensagem que se sobrepõe à história nele contada e um final completamente invulgar. Para o leitor, qualquer que seja a idade, e para o próprio livro.

De acordo com o Jornalíssimo, já podem ser encontrados jacarandás, na Argentina, que nasceram a partir do livro “Mi Papa Estuvo en la Selva” (O meu pai esteve na selva”, em português).

O livro, que narra a aventura real de um pai e de um filho na densa floresta equatorial, foi lançado em Março e contém sementes de jacarandá (uma árvore nativa da Argentina) escondidas no papel. Este, é reciclado, não contém ácidos e as suas ilustrações são impressas com tinta biodegradável.

Tudo foi pensado para que, ao plantar-se, o livro não prejudique o ambiente. Ainda assim, os interessados terão de encomendar o livro directamente da editora, uma vez que ele não está à venda. A ideia é que instituições educativas e comunitárias organizem iniciativas em torno dele – que o leiam, plantem, reguem e, por fim, o vejam crescer, lembrando-se da sua história.

Fonte: Green Savers

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Assírio & Alvim com «Hamlet» traduzido por Sophia de Mello Breyner Andresen

«Hamlet», de William Shakespeare, traduzido por Sophia de Mello Breyner Andresen, é uma das propostas de outubro da Assírio & Alvim.


«Uma edição bilingue do grande clássico de William Shakespeare com uma tradução muito especial. 

Luis Miguel Cintra, no prefácio que preparou para esta edição, “No Hamlet (e a tradução de Sophia torna-o transparente), a progressão da peça segue o processo de amadurecimento do pensamento de uma personagem que à partida é um jovem, um jovem príncipe. As suas descobertas são ainda pueris. Acaba quando percebe o que é o tempo e a morte e a responsabilidade individual, sempre perturbado com a confusão dessa responsabilidade com qualquer coisa que se lhe opõe: o poder. Aí a sua reflexão torna-o adulto, torna-o exemplar, torna-o simbólico”».

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Prémio literário Res Magnae para José Tolentino Mendonça

O escritor José Tolentino Mendonça foi distinguido com o Prémio literário Res Magnae, em Itália, pelo ensaio "A mística do instante - o tempo e a promessa", publicado em outubro do ano passado, informou editora da obra.

Segundo a mesma fonte, a obra vendeu já 17.000 exemplares e foram transacionados direitos internacionais para Itália, Espanha, Brasil, República Checa, Estados Unidos, Canadá, França e Filipinas.

No ensaio, o autor argumenta que há um Evangelho que "só a pele apreende", que "a fraternidade se exprime também pelo tato", escrevendo que "o pão da eucaristia é o pão de mil sabores" e que "o odor permite uma aprendizagem do invisível".

O sacerdote José Tolentino Mendonça, de 49 anos, é especialista em estudos bíblicos, e tem obra publicada sobre a relação entre o cristianismo e a cultura. Foi "Straus fellow", na Universidade de Nova Iorque, tendo feito parte de uma equipa de investigadores do tema "Religião e espaço público".

Atualmente é vice-reitor da Universidade Católica Portuguesa e diretor do Centro de Estudos de Religiões e Culturas. Consultor do Pontifício Conselho para a Cultura, na Santa Sé, José Tolentino Mendonça tem publicada obra poética.

Fonte: Lusa

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Lançamento: Nós, os de Orpheu em livro e CD

No próximo sábado, 24 de Outubro, às 19h, apresenta-se na Casa Fernando Pessoa (CFP) a edição bilingue Nós, os de Orpheu / We, the Orpheu Lot, com leituras e música ao vivo. 

Parceria da BOCA com a CFP, o livro associa ao catálogo da exposição homónima da CFP uma antologia literária de Orpheu e pós-Orpheu, textos que surgem nos dois CDs que acompanham o livro gravados por um conjunto de 20 intérpretes, entre os quais Ana Deus, André E. Teodósio, António Poppe, Bartholomew Ryan, Jonathan Weightman, JP Simões, João Paulo Esteves da Silva, Miguel Manso, Nuno Morão, Nuno Moura, Nuno Torres ou Ricardo Jacinto.

A apresentação integra a sessão Orpheu Acabou, de encerramento das comemorações do centenário da Orpheu, com início às 17h.


Saiba mais em:

"As primeiras coisas" de Bruno Vieira Amaral vence Prémio José Saramago

O romance "As primeiras coisas", de Bruno Vieira Amaral, é o vencedor do Prémio José Saramago, foi hoje anunciado na Casa dos Bicos, em Lisboa.

O galardão, instituído pela Fundação Círculo de Leitores, distingue autores com menos de 35 anos, com obra editada em Língua Portuguesa, no último biénio, e tem o valor pecuniário de 25.000 euros.

A obra, já distinguida com os prémios Fernando Namora/Estoril Sol e P.E.N./Narrativa, marca a estreia literária de Bruno Vieira Amaral. 

O júri foi presidido pela editora Guilhermina Gomes, e além da poetisa Ana Paula Tavares, fizeram também parte os escritores Nelida Piñon e António Mega Ferreira e a presidente da Fundação José Saramago, Pilar del Río.

Na sua declaração, António Mega Ferreira atesta: "O equilíbrio global deste notável romance, o primeiro de Bruno Vieira Amaral, resulta de uma maturidade de escrita que não se consente nenhuma facilidade, mas não foge do prosaísmo de vidas mais ou menos marginalizadas".

Bruno Vieira Amaral nasceu em 1978, é licenciado em História Moderna e Contemporânea pelo ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa. Crítico literário, tradutor, Bruno Amaral é autor do "Guia para 50 personagens da ficção portuguesa" e do blogue Circo da Lama. Colaborou no DN Jovem, na revista Atlântico e no jornal i, e, atualmente, colabora com a revista Ler e trabalha no grupo editorial Bertrand Círculo.

O artigo completo para ler AQUI

Apresentação da colecção infantil Luísa Ducla Soares em Lisboa


segunda-feira, 19 de outubro de 2015

«Mulheres de Cinza», o mais recente romance de Mia Couto

«Mulheres de Cinza», o mais recente romance de Mia Couto, inicia uma nova trilogia do escritor moçambicano, sob o título global «As Areias do Imperador». A apresentação em Lisboa realizar-se-á na terça-feira, 20 de outubro, a partir das 18h30, na Fnac Chiado.

A personagem central no novo romance, Ngunyane (nome que os portugueses transformaram em Gungunhana), foi um imperador de Gaza, no sul de Moçambique, que se rebelou contra a potência colonizadora e acabou derrotado por Mouzinho da Silveira, preso e desterrado para os Açores, onde morreu em 1906.

A glória e o mito de Ngunyane atravessaram os dois países, fomentados também por algumas inverdades e falsificações históricas, ao sabor dos interesses do momento. Em declarações ao quinzenário português Jornal de Letras, o escritor diz que Portugal sentiu necessidade de engrandecer o imperador, para tornar maior a sua vitória sobre o rebelde e que Moçambique o aproveitou para o panteão dos seus heróis nacionais e anticoloniais.

“Ora, Ngunyane nunca pensou nesta nação chamada Moçambique”, conclui Mia Couto, dizendo que as versões “são construções de parte a parte”.

Falando esta semana, em Maputo, o autor disse à Lusa que os moçambicanos continuam "ainda prisioneiros de uma versão única do passado" e precisam de se libertar de uma narrativa solitária e de assumir que há outras” versões.

Em 2013, venceu o Prémio Camões e, em 2015, foi um dos dez finalistas do Man Booker International Prize.

Leia o artigo completo em:

“Do Alentejo para África”, um projeto solidário

Várias instituições do distrito associaram-se ao projeto “Do Alentejo para África” com vista à angariação de livros e material escolar.

O projeto é da responsabilidade da Associação Alentejo de Excelência . Os materiais recolhidos têm como destino a Biblioteca de Santa Isabel, no município de Cacuaco, em Luanda – território com 220.000 habitantes, maioritariamente jovens, com baixo nível de escolaridade, escassez de cuidados de saúde e alto nível de exclusão social.

A campanha pretende angariar dicionários, enciclopédias, gramáticas de língua portuguesa, livros técnicos, infantis, romances, material escolar, uma fotocopiadora e um computador. A campanha decorre até ao final do mês.

No Baixo Alentejo, são vários os pontos de recolha. Em Beja, as doações podem ser feitas na empresa 3WX e na Associação Jovem Habi(li)tar Alentejo.


Veja aqui os pontos de recolha ou entre em contato pelo voluntariado@alentejodeexcelencia

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Novo livro de Gonçalo M. Tavares


«O Torcicologologista, Excelência», editado pela Caminho, é o novo livro de Gonçalo M. Tavares, já disponível nas livrarias.

O Torcicologologista, Excelência é um livro de ficção, irónico, capaz de fazer soltar uma gargalhada, mas também duro, composto de duas partes bem distintas. A primeira, onde o desencanto se cruza com um humor corrosivo, é composta de diálogos ficcionais, uma espécie de diálogos socráticos, entre duas personagens, os Excelências, criadas e desenvolvidas durante anos por Gonçalo M. Tavares nas páginas do Diário de Notícias.

Exposição "Aproximações ao imaginário fantástico de Teixeira de Pascoaes: revoluções, visões e aparições"



quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Japão: Uma livraria que só vende um livro por semana

Marioka Shoten, uma livraria de Tóquio, no Japão, que vende apenas um livro – ou melhor, uma obra – por semana.
Com o slogan “A livraria de um único livro”, a Morioka foi fundada em Maio por Yoshiyuki Morioka, que trabalhou vários anos noutras livrarias e que, quando resolveu abrir um negócio próprio, acreditou que os leitores poderiam ter um maior prazer em ter uma única opção para ler, ao invés de milhares.
“Um único livro dá-nos um melhor entendimento [dele] e tem uma relação mais íntima com o leitor. É a essência da paixão pela leitura”, continuou.

O conceito surgiu da sua própria experiência em livrarias e o local escolhido para o tornar em realidade foi o piso térreo do edifício Sukuzi, um monumento de interesse histórico em Tóquio. O design minimalista da Marioka foi desenvolvido pela empresa Takram e representa o respeito do seu criador pela literatura. 

Fonte: Green Savers

Escritaria: Penafiel vai parar para homenagear Mário Cláudio

A singular Escritaria começa no dia 15 e termina no dia 18 na cidade de Penafiel. Depois da homenagem a Lídia Jorge, em 2014, a cidade que acolhe o festival prepara-se para celebrar a obra de Mário Cláudio.

O festival conta com o envolvimento de 300 alunos e dezenas de professores de várias escolas e da Universidade Sénior.

"Guilhermina", sobre a violoncelista do Porto Gulhermina Suggia, "Júlio Pomar - Um álbum de bichos", "Oríon" e "O fotógrafo e a rapariga", romance já publicado este ano, são alguns dos livros do escritor.

Mário Cláudio venceu a mais recente edição do Grande Prémio de Romance e Novela, Associação Portuguesa de Escritores, com a obra "Retrato de rapaz", de 2014.

Três décadas antes, o escritor já fora distinguido com o mesmo galardão, por "Amadeo", inspirado no pintor Amadeo de Souza-Cardoso.

Saiba mais em:

Festival Internacional Literário de Óbidos


Entre os dias 15 a 25 de Outubro decorre em Óbidos o Festival Internacional Literário de Óbidos.


FOLIO - Festival Literário Internacional de Óbidos, prepara-se para receber 400 autores em 11 dias, portugueses e estrangeiros. Alguns nomes maiores da literatura mundial. São 11 dias em que o verbo “literar” enche páginas de livros e as ruas de Óbidos com música, teatro, performance, cinema, tertúlias, mesas redondas e exposições.


Veja mais informações e o programa completo do Festival aqui:

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Livro do Apocalipse do Mosteiro do Lorvão na Memória do Mundo da UNESCO

Um livro do Apocalipse, à guarda do Arquivo Nacional Torre do Tombo, propriedade do Mosteiro do Lorvão, em Penacova, onde foi iluminado, foi hoje considerado Memória do Mundo pela UNESCO, disse à Lusa fonte autárquica.

De acordo com a Câmara de Penacova, este é o único livro do Apocalipse iluminado no mosteiro do Lorvão, entre os 22 que existem no Mundo. Com 66 gravuras, é também o único considerado Memória do Mundo pela UNESCO - Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, que o considera um dos "mais belos documentos da civilização medieval ocidental".

"A riqueza que emana do Mosteiro de Lorvão vem agora a ser ainda mais reconhecida através da classificação pela UNESCO do livro bíblico do Apocalipse, livro único e singular no mundo, que almejou a distinção Memória do Mundo e que se encontra conservado no cofre-forte da Torre do Tombo", disse o presidente da Câmara de Penacova, Humberto Oliveira, à agência Lusa.

Em 1853, depois da extinção das ordens religiosas, o historiador Alexandre Herculano andou pelos mosteiros do país a recolher documentos que considerava importantes para a história de Portugal e, no Lorvão, encontrou este livro do Apocalipse, tendo-o levado para a Torre do Tombo, em Lisboa, onde ainda se encontra. Numa das guardas escreveu: "Documento de extrema importância para a história do país".

O programa Memória do Mundo, iniciado em 1992, tem como objetivo preservar a herança documental da humanidade e inclui aproximadamente 350 documentos e arquivos de todos os países do Mundo.

Leia a informação completa aqui: 

2.º Ciclo do Triénio Pascoalino: Arte de Ser Português no centenário da sua publicação

O 2.º Congresso do Triénio Pascoalino - ciclo de congressos internacionais dedicado a Teixeira de Pascoaes -, consagrado com o Alto Patrocínio da Primeira Dama, será realizado nos dias 14, 15 e 16 de Outubro na Biblioteca Nacional de Portugal (BNP).

O programa do encontro conta com a contribuição de distintos especialistas, nacionais e internacionais, na obra e pensamento de Teixeira de Pascoaes, bem como de inúmeros investigadores que se dedicam ao estudo e aprofundamento de temáticas da cultura portuguesa, tais como: António Cândido Franco, António Braz Teixeira, Mário Garcia, Jorge Coutinho, Manuel Cândido Pimentel, Manuel Ferreira Patrício, Paulo Borges, Paulo Motta, Fabio Maria da Silva, Fabrizio Boscaglia, Sofia A. Carvalho, Tânia Pêgo, entre muitos outros.

A acompanhar estas actividades, realizar-se-ão três exposições:

- De 01 de Outubro a 30 de Dezembro, na mezzanine do segundo piso da BNP, decorrerá a exposição dedicada à Arte de Ser Português e ao movimento da Renascença Portuguesa, entre outros;

- De 14 a 30 de Outubro, no átrio da Biblioteca da FLUL, far-se-á uma mostra bibliográfica sobre a efeméride, a par de uma exposição do pintor Rouslam Botiev intitulada "Aproximações ao imaginário fantástico de Teixeira de Pascoaes: revoluções, visões e aparições";

- De 14 a 16 de Outubro, teremos a decorrer no mesmo auditório do congresso uma exposição da pintora, gravurista e ilustradora Haylane Rodrigues acerca dos cultores da época.

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Brasília recebe espetáculo «Mensagem de Fernando Pessoa» em homenagem ao escritor

O espetáculo musical "Mensagem de Fernando Pessoa", de André Luiz Oliveira, será exibido em Brasília, com 44 poemas musicados, em oito apresentações, numa homenagem que assinala os 80 anos da morte do escritor.

As apresentações serão feitas pelo trio Os Bandarra, dos dias 23 de outubro a 14 de novembro, com quatro programas diferentes que contemplam a ordem do livro "Mensagem", publicado em 1934.

O projeto "Mensagem" foi idealizado em 1985 pelo músico e cineasta brasileiro André Luiz Oliveira, que musicou todos os poemas do livro homónimo, quando passavam 50 anos sobre a morte do poeta.

O primeiro disco do projeto, pelo qual recebeu o grau de Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, da República Portuguesa, possui interpretações de Caetano Veloso, Elba Ramalho, Ney Matogrosso, Zé Ramalho, Gal Costa, Gilberto Gil, Belchior e Glória de Lourdes, assim como do próprio autor.

O disco "Mensagem 2" foi lançado em 2003, com mais 13 músicas e a participação de alguns dos artistas do primeiro álbum, além de Milton Nascimento, Mônica Salmaso, Edson Cordeiro, Ná Ozzetti, Daniela Mercury, Zeca Baleiro e o cabo-verdiano Mario Lúcio.

No ano passado, André Luiz Oliveira concluiu o projeto com a gravação do terceiro disco, ainda não publicado, com os últimos 19 poemas do livro, incluindo as participações de Zélia Duncan, Zizi Possi, Carlinhos Brown, Fagner, Renato Teixeira, Cyda Moreira, Criolina, Rubi, Antonio Zambujo, Carlos do Carmo, Raquel Tavares, Dulce Pontes, Chullage, além de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Ney Matogrosso e Elba Ramalho.

As oito apresentações em Brasília contam com o apoio da Embaixada de Portugal no Brasil e do Camões - Instituto da Cooperação e da Língua.

Fonte: Lusa

Conferência: Bocage e o Oriente na Biblioteca Nacional (Entrada Livre)


A Biblioteca Nacional de Portugal assinala os 250 anos do nascimento de Bocage com a exposição Da inquietude à transgressão: eis Bocage…, comissariada por Daniel Pires, e uma série de conferências sobre o poeta.

A conferência O Orientalismo em Bocage será proferida por Ana Margarida Chora:

O século XVIII introduz na literatura europeia um interesse sem precedentes pelo Oriente, o qual, observado no período neoclássico, vem a desenvolver-se a partir da estética pré-romântica. Bocage não foge a esta tendência literária, tendo contemplado referências orientais significativas na sua poesia, ainda que de forma dispersa. 

Conciliando um Oriente imaginado, veiculado quer através de mitos quer da História, com um Oriente vivido pela sua própria experiência, a poesia de Bocage fornece elementos que permitem considerá-lo, para além de tantas outras facetas, também um orientalista, precursor de um movimento estético muito mais vasto que irá ter o seu apogeu no século seguinte.

Saiba mais em: Bocage e o Oriente

Poemas de Sophia no festival de música de Leeds


"O Jardim", "Navio Naufragado" e "A Forma Justa" serão adaptados para música pelo compositor britânico Edward Ruston. 

Vários poemas de Sophia de Mello Breyner Andresen, traduzidos para inglês, vão ser cantados no Leeds Lieder Festival, certame de música clássica, na sequência da morte prematura do tradutor inglês Colin Rorrison, cuja obra foi publicada postumamente.

"O Jardim", "Navio Naufragado" e "A Forma Justa" serão adaptados para música pelo compositor britânico Edward Ruston e interpretados por uma soprano, com acompanhamento de piano no festival dedicado à canção de câmara ('lied'), que se realiza de 1 a 3 de abril do próximo ano, em Leeds, no norte de Inglaterra.

"A encomenda foi sugerida pela fundadora do Festival, Jane Anthony, que ouviu dois dos poemas lidos durante o funeral de Colin", contou a mãe do tradutor, Helen Chambers, à agência Lusa.

Colin Rorrison morreu inesperadamente aos 28 anos, em 2012, durante uma viagem à América Latina, deixando traduzidos para inglês alguns textos de autores de língua portuguesa, nomeadamente os brasileiros Rubem Fonseca e Lygia Fagundes Telles, ambos distinguidos com o Prémio Camões.

Traduziu também poemas de Sophia de Mello Breyner por sugestão da tradutora Margaret Jull Costa, tutora de um curso de tradução frequentado por Colin.

O resultado foi publicado postumamente em "The Perfect Hour", que inclui 69 poemas de duas coletâneas de Sophia - "O dia do mar" e "O nome das coisas" -, que foram revistos por Jull Costa, tradutora para inglês de obras de Eça de Queirós e José Saramago, entre outros.

"É uma homenagem ao nosso filho Colin, ao seu amor pela cultura portuguesa e ao seu trabalho como tradutor, o qual só tinha realmente começado quando morreu", declarou a progenitora.

Tanto Helen como o pai de Colin, Hugh Rorrison, são tradutores reconhecidos, especializados na língua germânica.

"The Perfect Hour", publicado pela editora neozelandesa Cold Hub Press, será apresentado na próxima terça-feira, na Universidade de Edimburgo, pela Biblioteca de Poesia da Escócia, que promove regularmente o lançamento de livros e eventos de poesia estrangeira.

Alguns dos poemas incluídos serão também lidos por Margaret Jull Costa, no Festival de Poesia Internacional StAnza, que decorre em St. Andrews, na Escócia, de 2 a 6 de março do próximo ano.

A Embaixada de Portugal em Londres acolherá, em maio, um recital de canto com os três poemas, de Sophia de Mello Breyner Andresen, a par da leitura de outros poemas traduzidos.

com Lusa

Prémio Fernando Namora para Teolinda Gersão



Passagens, um romance de Teolinda Gersão, catedrática jubilada da FCSH/NOVA, distinguido com o Prémio Fernando Namora/Estoril Sol.

O júri desta 18.ª edição do galardão foi constituído por Guilherme d'Oliveira Martins, presidente do Centro Nacional de Cultura, José Manuel Mendes, pela Associação Portuguesa de Escritores, Manuel Frias Martins, pela Associação Portuguesa dos Críticos Literários, Maria Carlos Loureiro, pela Direção-Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas, Maria Alzira Seixo e Liberto Cruz, convidados a título individual e, ainda, Nuno Lima de Carvalho e Dinis de Abreu, pela Estoril Sol.

O romance Passagens, publicado pela Sextante no dia 21 de março de 2014, segundo comunicado da chancela do Grupo Porto Editora, "começa com um cenário de luto, mas que é, na verdade, um olhar penetrante sobre a vida e a sua complexidade, através de personagens de quatro gerações de uma família".

Na ata, referindo-se ao romance Passagens, o júri salientou "tratar-se de uma obra que foca temas de grande atualidade, com um número muito significativo de personagens, com uma economia de texto sóbria e ponderada, assumindo uma crítica social ligada à heterogeneidade das realidades familiares contemporâneas".

Teolinda Gersão "trata o tema das passagens não apenas de cada ser humano para com os outros, mas também na relação entre a vida e a morte - numa atmosfera poética, que muitas vezes surpreende o leitor", enfatizou o júri.

"O ideal humano e social de cada personagem, designadamente, dos cuidadores e dos doentes, está fortemente ancorado na capacidade de compreender as diversas facetas da vida", acrescenta o júri.

Da lista de finalistas constaram romances de António Tavares, H. G. Cancela, João Tordo e Lídia Jorge.

in http://www.fcsh.unl.pt/media/noticias/teolinda-gersao-vence-premio-fernando-namora 

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

11 Livrarias invulgares de todo o mundo


Hoje em dia podemos comprar um livro sentados em casa, a qualquer hora. Ou pesquisar milhares e milhares de publicações numa loja física da Fnac, por exemplo. No entanto, as livrarias independentes continuam a sobreviver um pouco por todo o mundo e, muitas delas, acrescentam-nos livros raros e, também, a beleza do local.

Estas 11 livrarias foram “descobertas” por Rebecca O’Connell, do Mental Floss, e incluem duas brasileiras – a Saraiva e a Livraria da Vila, no Rio de Janeiro e em São Paulo; e a Casa Faulkner. Esta tem um charme especial, uma vez que se trata de um apartamento que foi habitado, em 1925, por William Faulkner, norte-americano autor de O Som e a Fúria ou A Luz em Agosto e considerado um dos maiores escritores do século XX.

O apartamento – no qual Faulkner residiu apenas durante seis meses – foi reabilitado por Joe DeSalvo e Rosemary James e é especializado em primeiras edições clássicas, publicações raras e tudo sobre Faulkner.

1. Livraria Saraiva, Rio de Janeiro (Brasil)

2. Waanders in de Broeren, Zwolle (Holanda)

3. La Caverne Aux Livres, Auvers-Sur-Oise (França)

4. Book Barge, Staffordshire (Inglaterra)

5. Livraria da Vila, São Paulo (Brasil)

6. Faulkner House, Nova Orleães (Estados Unidos)

7. Albertine Books, Manhattan (Estados Unidos)

8. Bart’s Books, Ojai, Califórnia (Estados Unidos)

9. Brazenhead Books, Nova Iorque (Estados Unidos)

10. The Spotty Dog Books & Ale, Nova Iorque (Estados Unidos)

11. Libreria Alta Acqua, Veneza (Itália)

Veja mais imagens aqui: Green Savers

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Nobel da Paz 2015 foi para Quarteto para o Diálogo Nacional na Tunísia

A academia sueca anunciou esta sexta-feira o Prémio Nobel da Paz de 2015. 

A Academia Sueca surpreendeu hoje ao atribuir o Prémio Nobel da Paz de 2015 ao Quarteto de Diálogo para a Tunísia, uma coligação de organizações da sociedade civil, que a Academia Sueca acredita ter tido um papel fundamental no caminho da democratização da Tunísia.

A porta-voz da Academia diz que o prémio pretende ser "um elemento encorajador" para todos os tunisinos, mas também poderá funcionar "como uma inspiração para todos os que aspiram à democracia na Tunísia, Norte de África e no resto do mundo".

O Quarteto integra quatro "organizações chave" da sociedade civil tunisina: A União Geral dos Trabalhadores da Tunísia (UGTT), A Confederação de Indústria, Comércio e Artesanato da Tunísia (UTICA), A Liga dos Direitos Humanos da Tunísia (LDHT) e da Ordem Nacional dos Advogados da Tunísia (ONAT). A distinção da Academia Sueca surge pelo papel desempenhado pelo Quarteto na construção de uma democracia pluralista após a Revolução de Jasmim de 2011.

No ano passado, os vencedores foram o indiano Kailash Satyarthi e a paquistanesa Malala Yousafzai pela sua "força" contra a opressão de crianças e jovens e pela luta pelo direito à educação das crianças.

Fonte: Económico

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Nobel da Literatura 2015 distingue bielorrussa Svetlana Aleksievitch

A jornalista e escritora bielorrussa Svetlana Aleksievitch foi distinguida hoje com o Nobel da Literatura 2015 pela escrita "polifónica, um monumento ao sofrimento e à coragem no nosso tempo", anunciou a Academia Sueca.

Da autora, de 67 anos, foi publicado este ano em Portugal o livro "O fim do homem soviético -- um tempo de desencanto".

Svetlana Aleksievitch é a 14.ª mulher a ser distinguida com o Nobel da Literatura. Em 2013 tinha sido a escritora canadiana Alice Munro.

Em 2014, o Prémio Nobel da Literatura foi atribuído ao escritor francês Patrick Modiano. Na história do Nobel da Literatura, apenas um autor português foi premiado, quando, em 1998, José Saramago recebeu o galardão.

Fonte: Lusa

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Lídia Jorge vence prémio Urbano Tavares Rodrigues de 2015 com "Os Memoráveis"

A escritora Lídia Jorge ganhou hoje o prémio Urbano Tavares Rodrigues, com o romance "Os Memoráveis", no valor de 7.500 euros, anunciou hoje a Fenprof, que instituiu o galardão e que, com ele, assinala o Dia Mundial do Professor.


O prémio foi atribuído por unanimidade pelo júri - os escritores e professores Teresa Martins Marques, José Manuel Mendes e Paulo Sucena - à obra publicada em 2014.

Em comunicado, a Federação Nacional dos Professores (Fenprof) refere que o júri considerou que o romance "constitui uma assumida marca de cidadania ao trazer a Revolução de Abril de 1974 para as páginas de uma obra literária, cuja intensidade de linguagem e mestria narrativa, conjugada por uma hábil técnica compositiva, faz dela uma notável presença na literatura portuguesa contemporânea".

Fonte: Visão

domingo, 4 de outubro de 2015

5 de Outubro - Dia Mundial do Professor

O Dia Mundial do Professor celebra-se anualmente no dia 5 de outubro. Homenageia todos os que contribuem para o ensino e para a educação da sociedade.


A data foi criada pela UNESCO em 1994, juntamente com a Internacional da Educação, para reconhecer a importância da declaração da OIT e da UNESCO sobre a condição dos trabalhadores docentes, concretizada em 5 de outubro de 1966.

PARABÉNS A TODOS!!!

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Colóquio: Orpheu nos Açores

Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada
9 de Outubro 2015
O centenário da revista Orpheu é assinalado nos Açores nos dias 8 e 9 de Outubro.


No dia 8, às 21h, realiza-se na Morada da Escrita - Casa Armando Côrte-Rodrigues uma mesa-redonda com a moderação de José Luís Brandão da Luz (ICPD) e a participação de Carlos Riley (História), Isabel Albergaria (História da Arte) e Maria do Céu Fraga (Literatura)., seguida de leitura de poemas, organizada pelo Instituto Cultural de Ponta Delgada.

No dia 9, entre as 9h e as 18h, decorrerá um Colóquio organizado pela Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada em parceria com o CHAM (Universidade dos Açores) e o IELT (Universidade Nova de Lisboa), no qual participa a investigadora do IELT Sílvia Laureano Costa.

Em destaque estará o poeta açoriano de Orpheu, Armando Côrtes-Rodrigues, tema de uma Mostra Documental na Biblioteca de Ponta Delgada. O programa termina com a projecção, em formato digital, da exposição Nós, os de Orpheu. Todas as actividades são de entrada gratuita.

Veja o programa do colóquio em: 

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Centenário da morte de Ramalho Ortigão (1836-1915)


- No ano em que se comemora o centenário da morte de José Duarte Ramalho Ortigão (Porto, 24 de outubro de 1836 — Lisboa, 27 de setembro de 1915), a Biblioteca Nacional de Portugal para além da divulgação das suas obras mais conhecidas através da BND, selecionou um conjunto de notícias alusivo à morte e funeral de Ramalho Ortigão.

Saiba mais em: 

- Exposição Bibliográfica no Centenário da Morte de Ramalho Ortigão na Galeria de Exposições da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, de 24 de Setembro 2015 – 5 de Outubro de 2015.

- Apenas um Repórter de Génio (30 de Setembro 2015)
O Gabinete de Estudos Olisiponenses em colaboração com o Grémio Literário celebra o centenário da morte do escritor com um ciclo de conferências. A primeira, intitulada Apenas um Repórter de Génio, é de autoria do jornalista e olisipógrafo Appio Sottomayor. As inscrições são gratuitas, mas requer-se inscrição prévia.

Saiba mais em: 


segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Antero e a Cultura Crítica do Séc XIX 28 a 30 de Setembro, Biblioteca Nacional de Portugal [Lisboa] - Entrada gratuita

Nos 150 anos da "Questão Coimbrã", o IELT revê as inovações da Geração de 70 na Literatura e na Crítica e a sua herança intelectual no colóquio Antero e a Cultura Crítica do Século XIX. O encontro, que reúne duas dezenas de investigadores, tem coordenação científica de Gustavo Rubim, Giorgia Casara, Manuele Masini, Andrea Ragusa e Fabrizio Boscaglia e apoio da Biblioteca Nacional de Portugal, do Centro Nacional de Cultura, da Fundação para a Ciência e Tecnologia e da Lisboa Autêntica.

O programa inclui a apresentação de um selo comemorativo dos CTT, uma demonstração de impressão em caracteres móveis pelo Homem do Saco (a partir de uma citação de Antero), a apresentação do livro Veneza (versão de Antero de Quental), o passeio literário A Lisboa de Antero e da Geração de 70  (inscrições através do email anteroeaculturacritica@gmail.com) e a mostra A Questão do Som Senso e Bom Gosto, em exibição na Sala de Referência da BN até 2 de Outubro. 

Informação em actualização permanente AQUI e AQUI.

Aula aberta sobre «A Banalização do Mal» com D. Manuel Clemente

   

 «A Banalização do Mal» é o tema que estará em foco na aula aberta, que será dada pelo Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente no dia 28 de Setembro, pelas 11h00, no Auditório Armando Guebuza da Universidade Lusófona de Lisboa.

A apresentar o tema estarão também o director do Instituto de Serviço Social da ULHT,  Doutor Carlos Diogo Moreira, o Doutor Fernando Campos e a Professora Hélia Bracons, ambos da Universidade Lusófona.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

José Blanco - Homenagem de Pessoanos

                             
José Blanco dedicou à obra de Fernando Pessoa grande parte do seu tempo e é graças a ele que hoje a Casa Fernando Pessoa uma exaustiva bibliografia pessoana. O seu empenho e atitude visionária foram também centrais para a internacionalização dos estudos pessoanos.

José Blanco decidiu oferecer à Casa Fernando Pessoa parte significativa da sua biblioteca pessoal: livros, periódicos e as valiosas pastas com os artigos de imprensa que compilou ao longo de décadas.

Sexta-feira, dia 25 de Setembro, das 10h00 às 13h30, em sua homenagem reúnem-se Eduardo Lourenço, Richard Zenith, José Carlos de Vasconcelos, Teresa Rita Lopes, Fernando J.B. Martinho e Mariana Gray de Castro. Esta homenagem, pensada e preparada com Onésimo Teotónio Almeida, é também o gesto de agradecimento da parte da Casa Fernando Pessoa por tão importante doação.

Mais informações em: José Blanco - Homenagem de Pessoanos

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Fernando Pessoa, obra essencial

O aluno Pedro Martins (12 A2) enviou-nos esta (boa) notícia do Expresso:

Com o próximo número do Expresso tem início a publicação da coleção “Obra Essencial de Fernando Pessoa”. Em nove volumes, distribuídos gratuitamente a todos os nossos leitores, percorre-se a gigantesca obra do maior escritor português do século XX, selecionada por alguns dos seus mais reconhecidos especialistas. Apesar de apenas ter publicado um livro em vida, precisamente “Mensagem”, o poema que abre esta antologia, os escritos de Fernando Pessoa são imensos na sua quantidade e qualidade. A partir da fixação de texto proposta por Ivo de Castro, foram escolhidos alguns dos que consensualmente são considerados mais relevantes. Além de “Mensagem”, a que foram acoplados outros poemas de pendor esotérico, foi considerada a poesia ortónima, o “Livro do Desassossego”, correspondência e artigos de imprensa, poesia de Ricardo Reis, Alberto Caeiro e Álvaro de Campos, bem como prosa crítica e ensaística e até contos policiais. O leitor pode ainda contar com um trabalho no qual também colaboraram Pedro Proença, autor de todas as capas, bem como a equipa da editora livreira Alêtheia.

O artigo completo aqui.
Obrigado, Pedro!


terça-feira, 22 de setembro de 2015

Medalha de Mérito Cultural para José Eduardo Franco

"José Eduardo Franco, autor e codiretor do projeto da Obra Completa de Vieira, recebeu no passado dia 18 de setembro, no Claustro Vieira do Museu de São Roque, em Lisboa, a Medalha de Mérito Cultural, o mais alto galardão do Estado Português na área da Cultura.

O Governo de Portugal, através da Secretaria de Estado da Cultura, decidiu atribuir a José Eduardo Franco o mais importante galardão na área da Cultura, destinado a agraciar uma personalidade que se tenha destacado ao serviço da promoção do património imaterial português. O bem sucedido projeto da Obra Completa do Padre António Vieira, concebido e codirigido por José Eduardo Franco e editado pelo Círculo de Leitores, pesou de forma decisiva na atribuição desta distinção. A edição da Obra Completa de Vieira, em 30 volumes, foi já considerada o maior feito da história editorial portuguesa, pela publicação no tempo recorde de dois anos de uma obra, cuja publicação vinha sendo tentada desde há 150 anos.

O agraciado José Eduardo Franco fez questão de anunciar que dedicará este prémio à equipa do projeto “Vieira Global” que preparou a edição inédita da totalidade da obra do Imperador da Língua Portuguesa"*, da qual faz parte, como supervisora linguística, a nossa querida colega Aida Lemos.

O Departamento de Português felicita publicamente José Eduardo Franco e a vasta equipa que coordena por esta distinção.
*Notícia retirada da página do Círculo de Leitores

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Regresso e Pessoa

Já iniciámos mais um ano letivo! Em breve, teremos mudanças no blogue, que vai ganhar nova "cara" e novos colaboradores. Contamos com a ajuda dos nossos alunos para atualizar a plataforma e divulgar o que de melhor se faz no CPA.

Setembro é também um mês de novidades no mundo Pessoa. Foi publicada a Obra Essencial, com o apoio do jornal Expresso, no dia 8:



Em outubro, haverá um colóquio, organizado pelo projeto "Estranhar Pessoa", dedicado à vertente ocultista do poeta. Eis o programa, para os interessados: